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domingo, 26 de agosto de 2012

Fernando Meirelles - 360

POSTAGEM ORIGINAL DE 26/08/2012.

Imagem: Reprodução
360
Direção: Fernando Meirelles
Roteiro: Peter Morgan
Ano: 2012/Reino Unido, Áustria, França, Brasil
Gênero: Drama
Elenco: Anthony Hopkins, Jude Law, Rachel Weisz, Ben Foster, Vladimir Vdovichenkov, Maria Flor, Lucia Siposová, Gabriela Marcinkova, Johannes Krisc, Dinara Drukarova, Jamel Debbouze, Juliano Cazarré

Sinopse: Inspirado em "La Ronde", clássica peça de Arthur Schnitzler, 360 é uma reunião de histórias dinâmicas e modernas, passadas em diversas partes do mundo. Laura é uma mulher que deixou a vida na terra natal para tentar a sorte em Londres ao lado do namorado Rui. Ao descobrir que o parceiro está tendo um caso com Rose, ela decide voltar para o Brasil. Na volta pra casa, ela ela conhece um simpático senhor e Tyler, duas pessoas em momentos difíceis em suas vidas. Num outro lado da história, Mirka é uma jovem tcheca quecomeça a trabalhar como prostituta para juntar dinheiro. Ao mesmo tempo, lida com a desaprovação da irmã Anna. O primeiro cliente de Mirka é Michael, que por sua vez é casado com Rose.

Foto: Maiara Alves

Opinião: Simplesmente o melhor filme do ano, até agora. Um círculo de pessoas intimamente interligadas que não fazem idéia do qual próximas são e de como seus atos interferem diretamente na vida destas. É o meu tipo de filme preferido, na verdade, e sou suspeitíssima pra falar de qualquer drama que envolva relacionamentos conjugais e extraconjugais bem fotografados e com uma trilha sonora incrível (que até agora não achei pra baixar, aliás). Sabia que 360 iria se tornar um dos meus filmes preferidos do gênero juntamente com Closer, Match Point, Unfaithful e outros.

Não sei por onde começar... bom, a quote inicial tenta definir mais ou menos o ritmo do filme: "Um Sábio disse uma vez, se existe uma bifurcação na estrada, siga-a. Ele só esqueceu de avisar que caminho escolher." Talvez não saibamos ou tenhamos a devida consciência do quanto as nossas (significativas ou irrelevantes) escolhas e atitudes interferem na vida daqueles que estão ao nosso redor e até de quem não estão, mas que, como o filme mostra, são diretamente afetados por elas. Um outro filme que ilustra, em parte, essa problemática é Match Point onde não só a sorte ou o acaso dita o destino, mas principalmente as escolhas baseadas ou não no caráter e na ética dos personagens. Mas o mais incrível mesmo é como a nossa vida está interligada à de "estranhos" e como estamos presos ou destinados a viver em circulos.

Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução

Mirka quase teve como cliente Michael, que é marido de Rose e Rose amante de Rui. Rui é namorado de Laura que, no caminho de volta pra casa, conhece Tyler e John. John esbarra com Tyler, que esteve ligado à Laura, e com Valentina que é casada com Serguei mas apaixonada por Argelino. Serguei, por sua vez, conhece Anna que é irmã de Mirka que quase foi cliente de Michael... é uma representação do que penso da vida: de que estamos presos em um grande círculo dentro de vários outros círculos que periodicamente se esbarram, se encontram, se repetem e que, não importa o quanto a gente mude ou o quão radicais sejam essas escolhas, nós sempre voltamos para o mesmo lugar e estamos fadados a repetir quase que totalmente o mesmo ciclo. Um bom exemplo disso é a própria História que não acontece de forma linear, em ordem e progresso, mas de forma complexa, com muitas permanências apesar dos dominantes buscarem enxergar falsas rupturas.

A trilha sonora e a fotografia são os aspectos mais incríveis - além da história - e é o que diferencia 360 e Closer dos poucos outros filmes que já vi do gênero. Espelhos, close-ups, uso de luz "natural", objetos fotografados e a fantástica e perfeita (não consigo parar de elogiar haha) trilha sonora só contribuem para contar a história desse círculo. Gostei de Fernando Meirelles em Ensaio Sobre a Cegueira  (único filme além de 360 dele que conheço) por causa da universalidade dos temas, e nesta produção ela é ainda melhor apresentada que no seu trabalho anterior pois, de início, não dá pra identificar onde as histórias se passam e esse fato, além de ilustrar bem os problemas de qualquer relacionamento em qualquer lugar do mundo, trouxe uma naturalidade à história e mostrou uma Europa muito mais interessante que a de Allen, por exemplo. Enfim, não vejo a hora de estudar filosofia e psicologia pra tentar descrever minhas teorias (e meus livros) sobre o homem/mulher em si - e não suas obras como Frebvre disse.

Ps: Anna estava lendo Anna Karenina quando conhece Serguei.
Ps²: Jude Law ♥.

Trailer


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Bill Condon - Breaking Dawn

Foto: Google Imagens

Breaking Dawn
Direção: Bill Condon
Ano: 2011
Gênero: Drama
Elenco: Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner, Ashley Greene, Billy Burke, Peter Facinelli, Kellan Lutz, Jackson Rathbone, Nikki Reed 

Sinopse: Bella Swan (Kristen Stewart) e Edward Cullen (Robert Pattinson) enfim se casam, em cerimônia com a presença de amigos e familiares. O casal resolve passar a lua de mel no Rio de Janeiro e, logo em seguida, Bella engravida. O que eles não esperavam era que a gravidez seria tão complicada, colocando em risco a vida do bebê e da própria mãe.


Opinião: O melhor filme da série e o mais fiel ao livro é também o mais nostálgico. Saí do cinema em êxtase, da mesma forma de quando vi Crepúsculo em 21 de Dezembro de 2008; senti as mesmas emoções, a mesma admiração por Edward e Bella, a sensação de que as coisas sempre darão certo e algo mais que não sei explicar, só quem conhece de cabo a rabo a história desses dois e é sensível demais pra se emocionar quando toca Flightless Bird, American Mouth no altar sabe exatamente qual o sentimento e a sensação que nos toma nos primeiros minutos e horas pós fim do filme.  

Foto: Maiara Alves


A saga de verdade foi ir assistir ao filme: mais de uma hora na fila da bilheteria, mais de uma hora na fila da sessão e gritos e gritos de pré-adolescentes e adolescentes durante todo o filme = um super teste de paciência, mas que valeu super a pena; confesso que não me irritou, o que me irrita na verdade é o pessoal que não leu os livros, não conhece o estilo da Stephenie Meyer e não têm fundamentação nenhuma pra criticar (negativamente) o filme e assim o faz. Pra criticarmos algo temos que conhecer e estudar o objeto, o que geralmente acontece é a repetição de informações, o pessoal tem uma visão muito simplista da história da S. Meyer. É preciso, antes de qualquer coisa, conhecer o público (acredito que não tenha tido um público, é tão pessoal, tão íntimo... dá pra perceber mesmo que foi um sonho) que a autora visionou, outras obras e usar argumentos do próprio texto (o ideal seria ler o original, em inglês, já que a tradução altera o sentido de algumas palavras) pra defender o ponto de vista, positivo ou negativo, da história antes de sair dizendo, com bases superficiais, “isso e aquilo” da série. Meu discurso sobre a banalização da saga, inclui também o fato de que tudo que faz sucesso no Brasil é: ou muito amado ou muito odiado, e ainda não ajuda em nada adolescentes histéricas e alienadas se dizerem fãs. Vai criticar? Leia os livros primeiro e leia sobre a Stephenie Meyer antes de dizer qualquer coisa. 

Não vejo Crepúsculo como uma série de vampiros que conta a relação de um vampiro e uma humana, vejo como foco da história e da outra obra (A Hospedeira) da Stephenie Meyer o amor. O amor entre espécies (Edward e Bella), o amor entre amigos (Jacob e Bella, a matilha), o amor na família (Cullens), o amor pela humanidade (Carlisle e Cullens quando lutam contra seus instintos)... a humanidade está tão doente que ri de filmes como esse e exaltam filmes violentos como Laranja Mecânica, pois é. A história me fascina porque temos a certeza de que, independente de qualquer coisa, tudo vai ficar bem e nesse caminho todas as provações que Edward e Bella passam faz sentido e irão valer à pena quando o para sempre chegar.  Edward me encanta pelo jeito “antiquado”: pelo cavalheirismo, pela intensidade de seus sentimentos, por seu caráter e princípios, virtude hoje (ou nesse plano, ou romantizada por escritores) extinta nos homens. Se eu fosse citar todos os motivos que me faz gostar da série escreveria páginas e páginas sobre os personagens e problematizações da história. 

Foto: Google Imagens

Foto: Google Imagens

Foto: Google Imagens


O filme é o melhor de todos, não senti muita coisa ao ver Lua Nova e Eclipse, mas a primeira parte de Amanhecer me fez sentir as mesmas coisas de dezembro de três anos atrás. Subestimei tanto o filme que me emocionei com Bella vendo Edward no altar, com a música do Iron & Wine nos votos de casamento, com Jacob chorando “a morte” de Bella e com a retrospectiva que a Bella tem da sua história com Edward quando está se transformando. Adicionar as músicas dos outros filmes foi o que fez desse filme o melhor porque, com figurinos novos, muitas vezes cenários novos e inevitavelmente caras, maquiagens e perucas novas faz de cada filme único de uma forma negativa, é como se eles não tivessem nenhuma conexão e cada um contasse uma história diferente. Flightless Bird, American Mouth, My Love e algumas outras canções que não sei o nome e que estão presentes no filme fizeram a diferença; a retrospectiva da timeline de Beward com a música e as cenas dos outros filmes foi nostálgica e triste, mas linda. 

Ia escrever mais coisas, mas vou guardar pra mim. Fiquei com vontade de ler todos os filmes da série de novo, todas as fanfics de novo, abandonar História e mergulhar na literatura...

Trailer 

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Trailers

Há uns dois ou três dias atrás saiu o primeiro trailer de Branca de Neve e o Caçador (lembrando que teremos mais um filme, em 2012, sobre a Branca de Neve), e Immortals teve sua estréia adiada aqui no Brasil, como sempre.


Snow White and the Huntsman (Branca de Neve e o Caçador)


Kristen Stewart e seu primeiro blockbuster depois dos últimos filmes de Twilight. Com Sam Clafin, Charlize Theron, Chris Hemsworth e dirigido por Rupert Sanders. Na trama, o caçador Eric é contratado pela rainha má Ravenna para encontrar a enteada dela, Branca de Neve, mas, quando descobre que a rainha quer, na verdade, matar a donzela, ele a ajuda a escapar.

Trailer




Immortals (Imortais)


Estreiou na última sexta, dia 11, nos EUA e aqui no Brasil a estréia foi mudada pra não sei quando ¬¬'. Com Henry Cavill, John Hurt, Freida Pinto, Kellan Lutz, Izabel Lucas, Mickey Rourke e dirigido por Tarsem Singh. O épico grego se passa em uma Grécia devastada por conflitos. O príncipe guerreiro Teseu lidera seus homens, aliados aos deuses do Olimpo e uma sacerdotisa do oráculo, contra demônios e Titãs para impedir a erupção de uma guerra.

Trailer

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Trailers

Começou a temporada de estréias dos melhores filmes do ano: novembro, dezembro e janeiro são os meses em que, geralmente, os filmes com grande chance no Oscar, Golden Globe, Bafta e outros grandes prêmios estreiam - acredito que pra ficar mais fresco na memória do público, ou não. As datas variam muito, então não vou me arriscar a postá-las aqui. Apenas os trailers e um pouquinho sobre os filmes.
 



 The Ides of March (Tudo pelo Poder)

Ryan Gosling preenche todos os pré-requisitos para estrelar blockbusters, mas prefere filmes mais sérios e não erra nas escolhas. Dirigido por George Clooney, estrelado por ele mesmo e Ryan Gosling. Com Evan Rachel Wood, Marisa Tomei e Paul Giamatti. A trama é centrada no jovem diretor de comunicação Stephen Myers (Ryan Gosling) e as trapaças do jogo da política em que ele precisa se meter para conseguir a indicação para seu candidato, o então governador Mike Morris (Clooney).

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A Dangerous Method (Um Método Perigoso)

Keira Knightley e Vicent Cassel são outros dois atores fod@$ que só fazem filmes bons. Dirigido por David Cronenberg. Com Keira Knightley, Vicent Cassel, Viggo Mortensen e Michael Fassbender. Uma mostra de como a relação entre Carl Jung e Sigmund Freud faz nascer a psicanálise. Aborda a intensa e polêmica relação da dupla com a paciente Sabina Spielrein.
(estou especialmente ansiosa por este)

Trailer






Restless (Inquietos)

(até onde sei, este estreiará nesta sexta, dia 11/11)

Trailer






Carnage
Kate Winslet, assim como a Keira Knightley, escolhe muito bem os filmes. Christoph Waltz se tornou um dos meus queridinhos quando o vi, pela primeira vez, em Inglorious Basterds e, desde então, tem estado em todos os filmes que me interesso em assistir. Carnage, dirigido por Roman Polanski, baseado na peça God of Carnage conta também com Jodie Foster e John C. Reilly. A trama segue um desentendimento entre crianças em um playground, seguido pela discussão entre os pais de dois garotos envolvidos. A conversa inicia de maneira cordial, mas transforma-se em um debate sobre temas polêmicos como racismo, homofobia e misoginia. 

Trailer 





Drive
Trailer  





 Bel Ami

Robert Pattinson utilizando das portas que lhe foram abertas com o sucesso de Twilight; se Water for Elephants não calou os que o criticaram sem conhecer sua filmografia, espero que Bel Ami o faça. Dirigido por Declan Donnellan e Nick Ormerod, baseado na obra de Guy de Maupassant com Uma Thurman, Christina Ricci, Cate Blanchett e Kristin Scott Thomas. A história fala de um jovem rapaz que conquista um grande poder em Paris, usando sua habilidade de manipulação para conquistar as mulheres mais influentes e ricas da cidade.

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domingo, 25 de setembro de 2011

John Singleton - Abduction


Abduction
Direção: John Singleton
Ano: 2011
Gênero: Ação
Elenco: Taylor Lautner, Lily Collins, Alfred Molina, Maria Bello, Jason Isaacs, Michael Nyqvist, Sigourney Weaver 

Sinopse: Nathan (Taylor Lautner) descobre, sem querer e com a ajuda de Karen (Lily Collins), que sua foto estava num site de crianças desaparecidas. Desconfiado de seus pais, ele resolve investigar o que poderia ter acontecido, mas de uma hora para outra todos que estão a sua volta começam a morrer e sua vida também está em jogo. Agora, ele enfrenta uma corrida contra o tempo para descobrir quem quer acabar com ele e porquê.

Opinião: Taylor Lautner definitivamente tem o poder porque, quase 40 minutos antes de começar o filme, a fila estava enorme – fato que não permitiu sentar no meu lugar, e quando não consigo sentar na terceira fileira (de cima pra baixo) no meio fico muito irritada... sou uma pessoa de hábitos, é horrível, eu sei. O filme é razoável, esperava mais – mais ação e mais músculos de fora.

Taylor sem camisa só nos filmes de Twilight mesmo, coisa muito triste por sinal. Pensei ter agentes duplos, um roteiro-pegadinha tipo The Tourist, mas Abduction parece filme clássico da Tela Quente e, futuramente, veremos muito na Sessão da Tarde.Pra resumir é uma espécie de Encontro Explosivo versão adolescente, só as fãs do Taylor mesmo pra gostar - eu prefiro o Robert Pattinson so...
Ganhei 2 posters bonitinhos *-*, haha.
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Robert Schwentke - The Time Traveler's Wife


The Time Traveler's Wife
Direção: Robert Schwentke
Ano: 2009
Gênero: Drama/Romance/Ficção Científica
Elenco: Eric Bana, Rachel McAdams, Ron Livingston, Jane McLean, Brooklynn Proulx e Alex Ferris

Sinopse: Henry DeTamble sofre de uma rara modificação genética, que o faz viajar pelo tempo involuntariamente. Numa de suas viagens, ele conhece a pequena Clare, que se apaixona por ele imediatamente. Anos após anos ela espera sempre no mesmo lugar que este estranho viajante retorne. Até que os dois finalmente se encontram e a paixão começa. Porém, o curso da vida de Clare é normal e quando ela menos espera seu grande amor desaparece, sem data para retornar. Como poderia um romance suportar estas indas e vindas? 

Opinião: Terminei A Mulher do Viajante no Tempo hoje \o/, a versão original de The Time Traveler's Wife, mas acabei vendo o filme antes de terminar o livro e – ainda bem – não perdi muita coisa. É lindo o roteiro, mas a Rachel McAdams não me convence como Clare e o Eric Bana (o Eric é lindo, me apaixonei por ele *-* haha) não me convence como Henry. O cinema é mágico, mas nada é mais mágico e nos surpreende tanto do que nossa imaginação ao ler um livro.

Cinema só é mágico quando desconhecemos o roteiro, a trilha instrumental é boa, a pipoca ainda tá quente e você consegue ver o filme no seu lugar preferido (tanto em casa quanto no cinema, porque ontem...). O campo que Henry e Clare se conheceram é tão lindo quanto o que imaginei, os atores estão muito distantes do que imaginei, mas gostei muito da interpretação do Eric Bana. Senti falta de algumas “cenas”, de Kimy... Gomez e Charisse não me convenceram nada, e a Ingrid? Pensei que fosse a Ingrid quem tinha matado o Henry e não o pai e o irmão da Clare.

Não quero falar muito da genial história da Audrey Niffenegger, vou escrever minha opinião sobre a história amanhã quando for postar o livro aqui no blog. O filme é lindo, mas não tem a riqueza de detalhes do livro e nem transmite as emoções do amor de Henry e Clare – e não dá pra entender muito bem o que é ser um viajante no tempo...
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Marc Webb - (500) Days of Summer


(500) Days of Summer
Direção: Marc Webber
Ano: 2009
Gênero: Romance
Elenco: Joseph Gordon-Levitt, Zooey Deschanel, Geoffrey Arend, Matthew Gray Gubler  

Sinopse: Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) está em uma reunião com seu chefe, Vance (Clark Gregg), quando ele apresenta sua nova assistente, Summer Finn (Zooey Deschanel). Tom logo fica impressionado com sua beleza, o que faz com que tente, nas duas semanas seguintes, realizar algum tipo de contato. Sua grande chance surge quando seu melhor amigo o convida a ir em um karaokê, onde os colegas de trabalho costumam ir. Lá Tom encontra Summer. Eles também cantam e conversam sobre o amor, dando início a um relacionamento.

Opinião: Eu não via um filme fofo como esse há muito tempo, desde O Fabuloso Destino de Amélie Poulain acho. 500 Dias Com Ela, diferente do que diz a intro, é sim uma história de amor.


Sabe quando você encontra aquela pessoa que parece impossível de existir? Aquela pessoa que gosta das mesmas músicas, mesmos filmes, tem os mesmos hábitos e até gosta das mesmas coisas “estranhas” que você? E aí você automaticamente se apaixona e, por um momento, (pensa que) é correspondido, mas para a outra pessoa não basta ser apenas sua alma gêmea e termina o que nem tinha começado? É o caso de Tom Hansen. Tom Hansen conhece o amor da sua vida, alguém que no meio de tantas pessoas parecia impossível existir e corresponder às suas investidas. 


Tom escreve cartões de felicitações, mas sua paixão e formação é arquitetura. Summer é um mistério. Seu jeito, suas roupas e cabelo super cool contrastam drasticamente com Tom, a não ser o gosto musical e o trabalho, que são os mesmos. Summer é a garota dos sonhos de qualquer cara, ela simplesmente não acredita no amor e não gosta – aparentemente – de se comprometer, gosta de Smiths, karaokê, filme pornô e de gritar coisas obscenas em lugares públicos. Tom tem apenas uma irmã muito esperta e dois amigos idiotas.

As cenas são aleatórias, os 500 dias de Tom com Summer são mostrados de trás pra frente e de frente pra trás, dia (1) depois dia (200), varia sempre com o humor do Tom, com o estado de felicidade ou (in) felicidade que a Summer o deixa. Desde o início a Summer deixa claro, em uma conversa num bar, que não quer um namorado e que “não se sente bem pertencendo á alguém”, mas o Gordon está tão encantado que não dá a importância que deveria para esse fato.  A Summer corresponde às suas investidas e Tom, inevitavelmente, se apaixona pela garota de cabelo anos 60 fã dos Smiths. Em um momento de lucidez pensa que a Summer vai mudar de idéia, que está deixando “as paredes caírem” - doce engano sweet Tom...


Talvez eu tenha exagerado, ou me precipitado ao dizer que 500 Dias Com Ela seja uma história de amor. Acredito ser a história de qualquer pessoa que tenha pensado encontrar a felicidade – ou apenas provou um pouco para, ao menos, saber o que é e reconhecê-la quando a encontrar de verdade.  Ou uma daquelas coisas “ruins” que só acontecem conosco, mas acabam nos levando a caminhos e pessoas melhores – ou nos preparando para elas. Summer seria uma ilusão? Alguém que o subconsciente criativo do Gordon criou para preencher os tediosos dias no (torturoso) trabalho? Que seja. O importante é nunca esquecer que todas as situações, boas ou más, nos trazem algo de bom e de ruim. Mas se a ilusão é tão prazerosa, por que insistem em nos acordar?
 

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Todos os videos que achei estavam indisponíveis ¬¬', so... http://www.youtube.com/watch?v=RUHnqU9TbNA

domingo, 18 de setembro de 2011

Tom Hanks - Larry Crowne



Larry Crowne
Direção: Tom Hanks
Ano: 2011
Gênero: Comédia/Romance
Elenco: Tom Hanks, Julia Roberts, Bryan Cranston, George Takei, Peter Scolari, Wilmer Valderrama, Jon Seda, Bob Stephenson, Holmes Osborne, Rami Malek, Malcolm Barrett, Maria Canals Barrera, Gugu Mbatha-Raw, Dale Dye, Cedric 'The Entertainer' Kyles  

Sinopse: Larry Crowne (Tom Hanks) trabalha há anos em uma loja, onde já foi escolhido por nove vezes como o funcionário do mês. Um dia, para sua surpresa, ele é demitido por não ter curso superior. Precisando recomeçar do zero, ele resolve se matricular na faculdade. Um dos cursos que realiza é o de oratório, ministrado por Mercedes Tainot (Julia Roberts), que está desanimada devido ao desinteresse dos alunos por sua matéria. A vida na faculdade faz com que Larry ganhe novos amigos, mude seu estilo de vida e se aproxime, cada vez mais, de Mercedes.

Opinião: Ri e me diverti bastante, de verdade; por quase 2h esqueci as preocupações e me vi no mundinho do Lance Corona, como diz Talia. Discordo totalmente da crítica do Érico Borgo, no Omelete, o filme é delicioso de assistir e a idéia de entretenimento é realmente o "conto de fadas" ou a idealização de uma realidade suportável; se as pessoas querem ver a realidade o que pretendem indo ao cinema? Fica em casa vendo telejornal ora. A principal mensagem que levo do filme é que toda e qualquer mudança nos traz pontos positivos e que, sem dúvida, as grandes e inesperadas rupturas são pro nosso bem. Discurso positivista? Pode até ser, fato é que tô cansada de críticas realistas...

"Mais vale sonharmos a nossa vida do que vivê-la, embora vivê-la seja também sonhar."
Marcel Proust



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sábado, 27 de agosto de 2011

Rupert Wyatt - Rise of the Planet of the Apes


Rise of the Planet of the Apes 
Direção: Ruper Wyatt
Ano: 2011
Gênero: Ficção Científica
Elenco: Andy Serkis, James Franco, Freida Pinto, Brian Cox, Tom Felton, David Oyelowo, Tyler Labine, Jamie Harris, David Hewlett, Ty Olsson 

Sinopse: Em Planeta dos Macacos - A Origem (Rise of the Planet of the Apes), James Franco vive um cientista que trabalha na São Francisco dos dias atuais com engenharia genética para o tratamento de doenças. César (gestos de Andy Serkis) é o nome do primeiro supermacaco, resultado de experiências para combater o Mal de Alzheimer, dotado de inteligência superior e capacidade de fala. Ao ser traído pelos humanos que tentava emular, César começa uma campanha violenta para reinvindicar os direitos símios entre os homens.

Opinião: Sabe quando você não está ligando pra nada, apenas levando a vida, e acontece uma coisa superlegal com você? Foi o que aconteceu comigo hoje. Desde ontem eu tava superafim de ver Planeta dos Macacos, mas minha irmã não, então tive que ver Amor a Toda Prova mesmo eu argumentando que Planeta dos Macacos tinha muito mais conteúdo informativo e tal. Bom, hoje de tarde saí do curso correndo pro Iguatemi pra pegar a sessão de 18:45, mas não deu e decidi ver Assalto ao Banco Central, o Multiplex tava tão cheio que eu fiquei quase meia hora na fila e nessa meia hora a sessão de 19:00 de Assalto ao Banco Central tava esgotada, então o jeito foi esperar a sessão de 20:20 de Planeta dos Macacos mesmo.

Coisas do destino HAHAHA.

Não dei fé no filme, mas algo e vários acasos (como citei) me fizeram vê-lo e cara, AMEEEI. Adoro filmes, livros e coisas que fazem refletir humanidade e existencialismo. Não sei identificar a metáfora do filme e também não sei explicar o verdadeiro sentido dele, mas tenho certeza que existe um significado especial na libertação dos chimpanzés, benigna ou maligna, mas bem significativo. Ouvi uma frase muito linda dita pelo James Franco (não consegui gravar o nome dele no filme, só do César), mas esqueci após 10min OAAJHSAUSO, enfim, tô morrendo de sono e preguiça de escrever haha, o filme é ótimo, se tornou um dos meus preferidos.


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Glenn Ficarra e John Requa - Crazy, Stupid, Love



Crazy, Stupid, Love 
Direção: Glenn Ficarra e John Requa
Ano: 2011
Gênero: Comédia / Drama / Romance 
Elenco: Steve Carell, Ryan Gosling, Julianne Moore, Emma Stone, Analeigh Tipton, Jonah Bobo, Marisa Tomei, Kevin Bacon 

Sinopse:
No filme Amor a Toda Prova (Crazy, Stupid, Love), o quarentão Cal Weaver (Steve Carell) tem a vida dos sonhos: bom emprego, boas condições de vida, é casado com seu amor da adolescência, filhos bem comportados…
Mas essa vida perfeita desaba depois da descoberta de que Emily (Julianne Moore), sua esposa, está tendo um caso e quer divórcio. Desamparado, Cal conhece Jacob Palmer (Ryan Gosling), um cara que vai ensiná-lo a ter estilo, beber e paquerar mulheres.

Opinião:  Ando tensa com os trabalhos, avaliações e seminários da faculdade; necessitava rir até a barriga doer ou rir até chorar, em um determinado momento do filme eu consegui e, nossa, eu não ria tanto com um filme desde... eu não lembro quando na verdade haha. Ryan Gosling não combina com papel de womanizer, ele estava perfeito no drama The Notebook e, até como agente ou policial ele deve se sair melhor, não que ele seja ruim, mas o sinto verdadeiro em dramas mais sérios. Emma Stone é a nova queridinha de Hollywood? Sério, a vi em uns 597846548795 filmes do ano passado, desse ano e váárias estréias com ela pro ano que vem. Steve Carell tava tão O Virgem de 40 anos... enfim, vamos ao filme.

Robbie é o personagem mais interessante do filme, assim como o mais sábio, sincero e sensato também. Bom, quando eu tinha 10 anos, e não 13, achava a vida perfeita, o amor perfeito, a família perfeita... até eu mudar de escola, meus pais se separarem e eu perceber que a vida é cheia de assholes e que passamos a maior parte da vida preocupados com alguma coisa, assim, reduzindo as estatísticas de felicidade em quase zero. O divórcio do seus pais me fez pensar em várias coisas que já tinha pensado antes, como por exemplo: imagina você dedicar 20 anos da sua vida à alguém, sendo que esse alguém foi seu primeiro namorado e grande e único amor da sua vida, e, após mais de 20 anos de casamento e 3 filhos, seu parceiro chegar pra você e dizer que dormiu com outra pessoa? Apenas imagine. Pois é. No filme houve uma série de mal entendidos, assim como na nossa vida; a diferença é que no filme os mal entendidos foram resolvidos e na vida nem sempre.

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domingo, 14 de agosto de 2011

Joe Johnston - Captain America

Captain America - The First Avengers
Direção: Joe Johnston
Ano: 2011
Gênero: Aventura
Elenco: Chris Evans, Hugo Weaving, Hayley Atwell, Sebastian Stan, Dominic Cooper, Tommy Lee Jones, Stanley Tucci
 

Sinopse: Na trama, nascido durante a Grande Depressão, Steve Rogers (Chris Evans) cresceu um garoto franzino em uma família pobre. Horrorizado por uma propaganda que mostrou a ascensão nazista na Europa, o jovem é inspirado a alistar-se no exército. No entando, por conta de sua saúde frágil, ele é rejeitado. Mas ao escutar os apelos honestos do rapaz, o General Chester Phillips (Tommy Lee Jones) oferece a Rogers a chance de participar da Operação Renascimento. Depois de semanas de testes ele recebe o soro do supersoldado e é bombardeado por raios-vita. Steve Rogers emerge do tratamento um super-humano e é submetido a intensos treinamentos físicos e táticos, tornando-se o Capitão América, o Sentinela da Liberdade, um super-herói que partirá para enfrentar as forças nazistas da Hidra e seu comandante, o Caveira Vermelha (Hugo Weaving).
Opinião: Não tenho muito o que comentar sobre o filme, não é o meu gênero favorito e eu estava com muito frio e sono no dia... o pouco que me lembro foi a brilhante idéia de filmarem o corpo do Chris Evans em 3D HAHAHA. Brinks.
Realmente prestei pouquíssima atenção depois dos 10 primeiros minutos de filme, depois de ouvir vários comentários positivos decidi conferir por mim mesma e não gostei. Primeiro: pra quem usa óculos 3D é horrível, a gente tem que pôr o óculos por cima do óculos de grau e isso é MUITO MUITO desconfortável além de você não enxergar totalmente bem a tela. Segundo: o ar tava muito baixo, a sala 04 é imensa e, depois do dia todo ligado, o ar tava muito frio - eu tive que sair da sala umas 3x porque não tava aguentando, juro. Terceiro: eu tava morrendo de sono - fato que me deixa sem paciência. Tudo isso e os clichês do filme não me fizeram dar muita importância no mesmo - só no corpããão do Chris Evans.

Lembrei bastante do meu professor de Atualidades do cursinho quando falava sobre o patriotismo estadunidense e sobre como Hollywood induzia sua população ao mesmo e fazia de seu povo vítima em qualquer tipo de situação - mesmo as provocadas por eles. Capitão América ilustra perfeitamente isso: o bem x mal, essa coisa de (esqueci o termo) todo mundo ser totalmente bom ou totalmente mal, enfim, o discurso é dele não sei explicar bem e concordo em partes. Não posso escrever muito, vou ter que ver o filme de novo.


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sábado, 30 de abril de 2011

Carlos Saldanha - Rio


Rio
Direção: Carlos Saldanha
Ano: 2011
Gênero: Animação
Elenco: Jesse Eisenberg, Anne Hathaway, Rodrigo Santoro, Jamie Foxx, Will.i.Am

Sinopse: Blu (Jesse Eisenberg) é uma arara azul que nasceu no Rio de Janeiro mas, capturada na floresta, foi parar na fria Minnesota, nos Estados Unidos. Lá é criada por Linda (Leslie Mann), com quem tem um forte laço afetivo. Um dia, Túlio (Rodrigo Santoro) entra na vida de ambos. Ornitólogo, ele diz que Blu é o último macho da espécie e deseja que ele acasale com a única fêmea viva, que está no Rio de Janeiro. Linda e Blu partem para a cidade maravilhosa, onde conhecem Jade (Anne Hathaway). Só que ela é um espírito livre e detesta ficar engaiolada, batendo de frente com Blu logo que o conhece. Quando o casal é capturado por uma quadrilha de venda de aves raras, eles ficam presos por uma corrente na pata. É quando precisam unir forças para escapar do cativeiro.

Opinião: Eu não pretendia ver esse filme - talvez algum dia em dvd -, mas ainda assim nunca tive a intenção, porééééém uma série de pequenos acontecimentos (chuva e engarrafamento me atrasaram para a primeira sessão de Água Para Elefantes) me fizeram comprar o bilhete, mesmo com 10 minutos de filme adiantado. É engraçadinho e deixou muito a desejar, se o filme fosse 100% feito pelo Carlos Saldanha tenho certeza que seria melhor. O tucano me lembrou aquela música "Vou não, posso não, minha mulher não deixa não" haha, achei bem fiel à nossa realidade o relacionamento dele com a D. Tucana. Blue é tão sem graça, imaginei a Jade fácil fácil como a Anne Hathaway. Foi muito fácil de adivinhar que o cara das aves era, na voz original, o Rodrigo Santoro e eu juro que não sabia disso. Como assim a dentista do Rodrigo Santoro usa fantasia de escola de samba e sai dançando pela rua fora do sambódromo? Nunca fui no RJ, mas tenho certeza que ninguém usa aquelas roupas fora da Sapucaí. E o segurança? KKKKKKK. Sério, muito ridículo. As paisagens estavam lindas, mas como assim as mulheres vão de calcinha boyfriend pra praia no Rio? WTF?

Aham Cláudia, senta lá!
E o Blue dizendo que odeia samba? Bom, eu tbm detesto pagode/axé e prefiro tango à samba, se formos falar de música regional. Não tenho muita paciência pra animação, pela previsibilidade e por não me chamar atenção - pouca coisa tem me chamado atenção ultimamente, na verdade. Enfim, como eu não esperava ver o filme não posso dizer que fiquei desapontada, mãããs acredito quando dizem pra termos medo com esse interesse dos EUA no Brasil  - e não venha me dizer que o Brasil é um país do futuro porque isso não cola com os estadunidenses, tenho certeza que todo esse interesse tem segundas intenções.


Trailer


segunda-feira, 11 de abril de 2011

I Love You Baby... algumas cenas fofas (:

You're just too good to be true
Can't take my eyes off of you
You'd be like heaven to touch
I wanna hold you so much...

Depois dos casais fofos algumas cenas fofas, é lógico. Eu adoro drama, mas não escondo de ninguém que sou muito chegada numa comédia romântica - apesar de quase nunca escrever sobre eles aqui no blog.


10 Things I Hate About You





Pride and Prejudice

Link -> http://www.youtube.com/watch?v=GXuziOJBISE&feature=related



Pretty Woman





Dirty Dancing

Link -> http://www.youtube.com/watch?v=qVNTPJKuVQg 



Titanic






The Notebook





Peter Pan





Love Actually

Link -> http://www.youtube.com/watch?v=AQajNLwJPyc



A Walk To Remember





My Girl







É, estou in love.





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